O TALENTOSO RIPLEY
Alguns filmes que tratam do tema "doença" mental abordam de forma correta os transtornos emocionais que seus personagens apresentam.
Mas em outros, encontramos situações que vem de contra as teorias psicológicas, e o que é observado nos consultórios de atendimento de psicanalistas, psicólogos e psiquiatras. No filme "O Talentoso Ripley" (The Talented Mr. Ripley - 1999), o personagem principal, vivido por Matt Damon, apresenta características de personalidade perversa. Neste tipo de personalidade, as pessoas vêm a obter satisfação de maneira diferente da satisfação sexual direta. O personagem deste filme não se envolve de fato com nenhuma pessoa, mesmo vindo a usar de sedução com outros personagens do filme para alcançar seus objetivos. Sua forma de obter prazer é através dos golpes que aplica no filme nas pessoas.
História da amizade entre o Ten. Cel. Frank Slade, um militar que ficou cego, e o jovem estudante Charlie Simms. Charlie, procurando emprego para poder passar o feriado de Ação de Graças com os pais, se oferece para cuidar do Tenente enquanto a sobrinha dele sai de viagem. Frank acaba arrastando Charlie para Nova York, onde o Tenente pretende passar um final de semana inesquecível e aproveitar cada minuto de sua vida antes de cometer suicídio. Mas Charlie precisa resolver alguns problemas em seu colégio, e o Tenente acaba se envolvendo com a história do garoto.
O diretor John Polson reúne dois grandes nomes de diferentes gerações neste suspense psicológico que tem uma surpreendente reviravolta final. David Callaway (Robert De Niro, de O Enviado) é um psicólogo que tem uma vida feliz ao lado da mulher (Amy Irving, de Bossa Nova) e da filha de nove anos, Emily (Dakota Fanning, de Chamas da Vingança), até o dia em que sua esposa se mata. Tentando reconstruir a vida e ajudar a filha a superar o trauma, os dois se mudam para uma casa cercada por um bosque numa pequena cidade. Mas Emily parece não superar a perda da mãe. Ela inventa um amigo invisível que começa a fazer crueldades e deixa o pai cada vez mais assustado. David, porém, duvida que esse amigo seja mesmo invisível, chegando a cogitar que algum vizinho possa estar assediando sua filha. O amigo oculto fica ainda mais perigoso quando o psicólogo se envolve com a bela Elizabeth (Elisabeth Shue, de O Homem sem Sombra). Sustos garantidos e atmosfera sombria fazem de O Amigo Oculto um dos thrillers mais interessantes da última temporada.
Menina má.com - Garota de 14 anos se encontra em uma lanchonete com um fotógrafo de 30 anos que ela conheceu pela internet. Só que esse encontro começa a tomar rumos inesperados...
Mentiras sinceras
James (Tom Wilkinson) e Anne Manning (Emily Watson) aparentemente tem o casamento perfeito. Eles vivem em Londres, próximo ao trabalho de James, e também possuem uma casa de campo no interior. James acredita que a vida do casal é feliz e completa, até descobrir o envolvimento de sua esposa com Bill Bule (Rupert Everett).
Filme que dá seqüência ao plano do premiado diretor Lars Von Trier (de Dançando no Escuro) de fazer uma trilogia sobre os Estados Unidos. Essa é a segunda parte, que repete a mesma fórmula da primeira ao abdicar de cenários e filmar tudo em um grande palco, com uma espécie de planta que designa os espaços desenhada no chão. Porém, ao contrario de Dogville, que tinha linhas brancas sob um chão preto, aqui as linhas são pretas sobre um chão branco. Aqui o tema explorado pelo diretor dinamarquês é a questão do preconceito racial norte-americano. Mais uma vez é a personagem Grace que se envolve com essa dura realidade. Aqui, saí Nicole Kidman e entra Bryce Dallas Howard para viver a personagem. Após escapar de Dogville, ela saí vagando pelos Estados Unidos e encontra abrigo em uma fazenda do sul do páis que ainda mantém o regime escravocrata mesmo anos depois dele ter sido abolido. Ali, os senhores vivem na casa grande e os negros trabalham sem nenhum pagamento ou privilégio, e ainda são castigados quando cometem algo de errado. Mais uma vez, o diretor desenvolveu um roteiro forte e muito bem feito. Ele explora o tema com profundidade e faz uma leitura que apresenta vários pontos de vista sobre o tema: o dos senhores, o dos escrevos e também o de Grace, a estranha que chega e tenta impor a força um regime democrático na fazendo (o que guarda semelhanças com a imposição do próprio país na invasão ao Iraque). Mais uma vez, e mesmo usando a mesma fórmula, o filme surpreende e prova que Von Trier ainda tem muito o que dizer sobre o país, mesmo sem nunca ter colocado os pés nele.
Depois da boa receptividade alcançada por A Queda, o cinema alemão vem com mais um filme tocando nas antigas feridas causadas pelo nazismo. Essa produção, focaliza um importante pé de página da história germanica acontecido durante Segunda Guerra Mundial. A produção mostra os seis últimos dias de Sophie Scholl, uma jovem de 21 anos que fazia parte da Rosa Branca, um movimento de resistência não-violenta constituído por universitários de Munique. A Rosa Branca não tinha nenhum poder e se limitava a distribuir panfletos, mas o martírio de Sophie e seu amigos se tornou uma espécie de símbolo da luta contra o nazismo. O coração da fita é o longo interrogatório entre Sophie (a expressiva Julia Jentsch) e o investigador da Gestapo. Ele detesta a ideologia da garota, mas admira sua coragem. Depois acontece o julgamento e os membros da Rosa Branca têm que enfrentar um desprezível juiz. O filme não apela para o histrionismo e apesar do inevitável final trágico, a postura consciente e estóica de Sophie transmite um tom otimista e confiante.
Quase Deuses conta a história verdadeira e emocionante de dois homens que desafiaram as regras em sua época para iniciar uma revolução médica. Na Baltimore dos anos 40, o Dr. Alfred Blalock (Alan Rickman, de Harry Potter e o Cálice de Fogo) e o técnico de laboratório Vivien Thomas (Mos Def, de Uma Saída de Mestre) realizam cirurgias cardíacas usando uma técnica sem precedentes, atuando como equipe de uma maneira impressionante. Mas ao mesmo tempo em que travam uma corrida contra o tempo para salvarem a vida de um bebê, ambos ocupam diferentes condições sociais na cidade. Blalock é o saudável homem branco que comanda o Departamento Cirúrgico do Hospital Johns Hopkins; Thomas é negro e pobre, um habilidoso carpinteiro. Quando Blalock e Thomas desbravam um novo campo da medicina, salvando milhares de vidas graças ao processo, as pressões sociais ameaçam minar sua parceria e por um fim à amizade que nasceu entre eles.
História da amizade entre o Ten. Cel. Frank Slade, um militar que ficou cego, e o jovem estudante Charlie Simms. Charlie, procurando emprego para poder passar o feriado de Ação de Graças com os pais, se oferece para cuidar do Tenente enquanto a sobrinha dele sai de viagem. Frank acaba arrastando Charlie para Nova York, onde o Tenente pretende passar um final de semana inesquecível e aproveitar cada minuto de sua vida antes de cometer suicídio. Mas Charlie precisa resolver alguns problemas em seu colégio, e o Tenente acaba se envolvendo com a história do garoto.
O diretor John Polson reúne dois grandes nomes de diferentes gerações neste suspense psicológico que tem uma surpreendente reviravolta final. David Callaway (Robert De Niro, de O Enviado) é um psicólogo que tem uma vida feliz ao lado da mulher (Amy Irving, de Bossa Nova) e da filha de nove anos, Emily (Dakota Fanning, de Chamas da Vingança), até o dia em que sua esposa se mata. Tentando reconstruir a vida e ajudar a filha a superar o trauma, os dois se mudam para uma casa cercada por um bosque numa pequena cidade. Mas Emily parece não superar a perda da mãe. Ela inventa um amigo invisível que começa a fazer crueldades e deixa o pai cada vez mais assustado. David, porém, duvida que esse amigo seja mesmo invisível, chegando a cogitar que algum vizinho possa estar assediando sua filha. O amigo oculto fica ainda mais perigoso quando o psicólogo se envolve com a bela Elizabeth (Elisabeth Shue, de O Homem sem Sombra). Sustos garantidos e atmosfera sombria fazem de O Amigo Oculto um dos thrillers mais interessantes da última temporada.
Este drama perturbador e vigoroso marca a estréia na direção de Catherine Hardwicke. Ela co-assina o roteiro em parceria com sua ex-afilhada Nikki Reed, que aqui registra experiências reais vividas em sua recente adolescência. Apesar de Reed também ser uma das atrizes do filme, o seu alter-ego, Tracy, é assumido, com surpreendente entrega e talento, pela jovem Evan Rachel Wood (Desaparecidas). Reed interpreta Evie, a melhor amiga da protagonista. Apesar de receber o amor, talvez excessivo, da mãe, Melanie (Holly Hunter, de O 5o. Passo), Tracy é uma adolescente carente e tímida, deslocada socialmente no colégio. Para se enturmar e se sentir parte de um grupo, ela se aproxima da extrovertida e rebelde Evie, que lhe ensina como ser uma garota legal. E legal, aqui, significa mergulhar num espiral descontrolado de sexo e consumo de drogas. Melanie percebe aos poucos que sua filha está mudando, mas não sabe identificar a verdadeira razão. Assustada e incomodada, ela tenta se comunicar com Tracy, que sempre a rechaça. O retrato sensível e por vezes quase documental do desajuste juvenil e da dificuldade no amadurecimento da personalidade é traduzido à perfeição por Rachel Wood, que oferece uma das interpretações mais autênticas e viscerais dos últimos anos. A perda da inocência pelo desfrute fútil de sexo, drogas e rock'n'roll assusta, mas é um libelo importante e vital para espectadores de todas as idades. Ainda no elenco, Jeremy Sisto (Pânico na Floresta) e Deborah Unger (Crash ? Estranhos Prazeres), no papel da mãe de Evie.









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